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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
ontem
...na praia do CDS, na Costa de Caparica, os nadadores-salvadores tinham um par de barbatanas e uma bóia.
na água, estavam um adulto e duas crianças em risco de morrerem afogados. surfistas e body borders safaram o que o concessionário da praia pelos vistos não tem para dar.
sai mais barato assim, creio.
mas o presidente da Associação de Nadadores Salvadores da Costa de Caparica diz que, da parte dos concessionários, têm todo o material que lhes é pedido, devendo ter sido "qualquer comportamento mais negligente dos nadadores-salvadores".
pode ser que sim mas, habitualmente, o mexilhão é sempre quem se lixa no fim da história
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
ter amigos nos sítios e horas certas...

...sempre foi um bom caminho para a vitória.
mesmo que o resultado seja um fiasco, haverá sempre quem aplauda, lamba botas e peça bis.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
uma visão de (ou do) futuro
Impressão minha ou: se Salgueiro Maia pudesse prever o futuro, nunca teria saído de Santarém?!
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
eu, precária me confesso
Com base nisto: http://www.precariosinflexiveis.org/2009/07/amanha-200-trabalhadores-da-clix-vao.html
Nunca, que me conste, a Select/Vedior ou qualquer outra Empresa de Trabalho Temporário (ETT) defendeu um trabalhador seu, meros braços e cabeças a funcionar (no caso da Sonaecom, em péssimo ambiente laboral) para, da sua força de trabalho, darem um lucro à ETT que se situa na ordem do dobro e por vezes do triplo do que o empregado recebe.
Não há formação capaz, existe uma luta e desgaste constantes do empregado temporário, todos os meses com o pescoço na guilhotina, sem nunca saber quando cai a lâmina. Foi assim em Maio de 2008, quando a Sonaecom encenou preocupação em integrar gente colocada na ONI, oferecendo a quem tinha turnos matinais horários vespertinos. Dessa vez nada se falou, nada se soube. Até porque o trabalhador que se encontra sujeito à dificuldade de encontrar um emprego directo e a ser passado entre ETT’s como se de mercadoria se tratasse, receia, ao próximo e sempre latente desemprego, não encontrar onde se sujeitar a nova exploração desavergonhada – não vamos esquecer que o Provedor dos trabalhadores temporários, Dr. Vitalino Canas, continua a ser pago pelas ETT’s.
Hoje é diferente. Será a própria Select/Vedior a lamentar, não o desemprego forçado de duas centenas de pessoas – como não lamentou nem arranjou colocação para as dezenas dispensadas em 2008 - mas o facto de ter perdido um concurso relativo a tão importante cliente, que fez com que pessoas a necessitarem de ganharem para viver fossem tratadas como gado excedentário.
O mercado de trabalho está minado e, até para que as ETT’s ganhem concursos, será de todo aprazível que haja alguém bem colocado, a punir pela dita.
Faça-se uma análise às ETT’s que têm trabalhadores colocados no Estado (sim, o Estado tem quadro de excedentes mas também recorre às Ett’s!) e talvez se encontrem ligações interessantes. Já agora, dê-se uma vista de olhos pelas empresas de segurança que prestam serviço nos vários organismos do Estado, em que uma delas sobressai, e tente perceber-se o motivo.
Mas as ETT’s vão passar por um mau bocado e, consequentemente, todos os trabalhadores que delas dependem, que não passam de números, contabilizados por ordenados dos quais recebem, na melhor das hipóteses, metade.
Não há formação capaz, existe uma luta e desgaste constantes do empregado temporário, todos os meses com o pescoço na guilhotina, sem nunca saber quando cai a lâmina. Foi assim em Maio de 2008, quando a Sonaecom encenou preocupação em integrar gente colocada na ONI, oferecendo a quem tinha turnos matinais horários vespertinos. Dessa vez nada se falou, nada se soube. Até porque o trabalhador que se encontra sujeito à dificuldade de encontrar um emprego directo e a ser passado entre ETT’s como se de mercadoria se tratasse, receia, ao próximo e sempre latente desemprego, não encontrar onde se sujeitar a nova exploração desavergonhada – não vamos esquecer que o Provedor dos trabalhadores temporários, Dr. Vitalino Canas, continua a ser pago pelas ETT’s.
Hoje é diferente. Será a própria Select/Vedior a lamentar, não o desemprego forçado de duas centenas de pessoas – como não lamentou nem arranjou colocação para as dezenas dispensadas em 2008 - mas o facto de ter perdido um concurso relativo a tão importante cliente, que fez com que pessoas a necessitarem de ganharem para viver fossem tratadas como gado excedentário.
O mercado de trabalho está minado e, até para que as ETT’s ganhem concursos, será de todo aprazível que haja alguém bem colocado, a punir pela dita.
Faça-se uma análise às ETT’s que têm trabalhadores colocados no Estado (sim, o Estado tem quadro de excedentes mas também recorre às Ett’s!) e talvez se encontrem ligações interessantes. Já agora, dê-se uma vista de olhos pelas empresas de segurança que prestam serviço nos vários organismos do Estado, em que uma delas sobressai, e tente perceber-se o motivo.
Mas as ETT’s vão passar por um mau bocado e, consequentemente, todos os trabalhadores que delas dependem, que não passam de números, contabilizados por ordenados dos quais recebem, na melhor das hipóteses, metade.
Em período pré-eleitoral, a nova atitude é trabalhar para as estatísticas do desemprego. E passo a explicar: dispensam-se funcionários por extinção de posto de trabalho, absolutamente colocáveis e válidos para outros postos e vão-se buscar as pessoas que estão no fundo de desemprego, que continuam a receber o fundo de desemprego, cobrindo o organismo do Estado onde serão colocadas o diferencial para que a tabela salarial fique correcta.
Compreensível e nada contra, uma vez que até representa poupança para todos nós, mas porquê só agora, a um mês das eleições? Porque motivo alguma vez entrou no Estado um contrato com uma ETT?
Acredito que as estatísticas mensais do desemprego venham a sofrer grandes alterações antes do acto eleitoral. Saem do desemprego, ainda em Agosto, uns milhares de pessoas; entram nas estatísticas do desemprego, já em Setembro ou em Outubro, mais algumas, dispensadas pelas ETT’s. Salve-se a aparência para as eleições
Interessa a algum órgão de comunicação social falar disto? Que se me aparente não – já tentei e a resposta foi: “isso já não é notícia, já todos falaram disso”. Falar é uma coisa, analisar e procurar motivos outra, totalmente distinta
E cá continuamos, cantando e rindo, até chegar um ditador (honesto, porque dos outros já temos), ou irmos contra a nossa índole laxista e fazermos, de uma forma síncrona, alguma coisa por nós mesmos.
Já agora, se tiverem por aí trabalho – não peço emprego mas mesmo trabalho, justamente remunerado - eu e mais uns tantos, todos com currículos conquistados a pulso, em que as licenciaturas não foram obtidas a um domingo, muitos apanhados na reviravolta da crise ou das desculpas com ela, nós, alguns dos precários agradecemos.
Compreensível e nada contra, uma vez que até representa poupança para todos nós, mas porquê só agora, a um mês das eleições? Porque motivo alguma vez entrou no Estado um contrato com uma ETT?
Acredito que as estatísticas mensais do desemprego venham a sofrer grandes alterações antes do acto eleitoral. Saem do desemprego, ainda em Agosto, uns milhares de pessoas; entram nas estatísticas do desemprego, já em Setembro ou em Outubro, mais algumas, dispensadas pelas ETT’s. Salve-se a aparência para as eleições
Interessa a algum órgão de comunicação social falar disto? Que se me aparente não – já tentei e a resposta foi: “isso já não é notícia, já todos falaram disso”. Falar é uma coisa, analisar e procurar motivos outra, totalmente distinta
E cá continuamos, cantando e rindo, até chegar um ditador (honesto, porque dos outros já temos), ou irmos contra a nossa índole laxista e fazermos, de uma forma síncrona, alguma coisa por nós mesmos.
Já agora, se tiverem por aí trabalho – não peço emprego mas mesmo trabalho, justamente remunerado - eu e mais uns tantos, todos com currículos conquistados a pulso, em que as licenciaturas não foram obtidas a um domingo, muitos apanhados na reviravolta da crise ou das desculpas com ela, nós, alguns dos precários agradecemos.
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
não diria giro

...mas, mais uma vez, "porreiro, pah!" . Ou, vicentinamente, estamos todos de cu pró ar.
Vou experimentar iniciar uma dívida ao fisco.
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hoje estou mais de ver
...gentilmente gamado daqui, obviamente.
Interessante saber que, pelo menos um departamento do Estado, está a pagar por cada trabalhador, a uma ETT, cerca de €1.100,00. Cada cabeça recebe aproximadamente €570,00.
"Porreiro, pah!"
E não vou dissertar sobre esta porra. A cada cabeça a sua opinião.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
dois dias a esfregar cérebros

Temos falhas abissais que passam despercebidas à maior parte das pessoas que utilizam, querem, precisam ou hão-de ter o bendito do cartãozito.
Não há preparação, não há formação, mentimos com quantos dentes temos na boca quando cuspinhamos uma resposta, inventamos formas de contornar as dificuldades e o que vale é o enorme espírito de entreajuda de uma ou duas dúzias de embarcadiços, que despejam a água para que o barco não adorne mais. Uns sabem de frontoffice, outros de backoffice, "mixordamos" conhecimentos e, muitas vezes, pescamos botas velhas, em vez de sapiência.
Quando nos soubemos dignos de uma formaçãozita, suspirámos de alívio e esfregámos os pezinhos de satisfação. Era sobre o middleware do dito mas pá, supostamente, aquilo ia trazer mais umas lanternitas para alumiar a profundidade da mina e iríamos conseguir ser mais eloquentes nas respostas e decisões. Pois... de boas intenções 'tá o inferno a abarrotar!
Alguém me explica o que importa a uma cambada de analfabetos informáticos a linha de comandos do Linux? - ninguém, que use sistema do Tux, vai precisar das nossas informações para porra nenhuma!
Ou para que serve um formador que explica as funcionalidades no Macintosh dizendo: "aqui não sei bem como se faz..."?
E, não fora a massa gasta, ainda bem que se partiu o cabo da embraiagem, ou teria levado com mais umas horas valentes sobre o Windows, o que escrever na linha de comandos para me aparecer o íconzinho que até surge sozinho quando faço correr o executável e mais uns quantos eteceteras que não fazem parte das preocupações imediatas de quem lida, na prática, com as situações mais caricatas e absurdas, como processos desaparecidos nos interstícios da informática ou presos na inoperância de alguns.
Não sei quanto é que custou aquela porra de formação impingida, mas há uma enorme falta de senso sobre o que, a forma como, e a quem se ensina. Chateia é saber que também saíu do meu bolso, apesar dos bolinhos até não serem maus!
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
vaga de frio assola o país
...constipando os cérebros dos pobres jornalistas que expelem ranhetas p'las teclas e tossem expectoração.
Quem viveu antes do 25, encontrará algumas diferenças - para além da qualidade e formação jornalística - entre o que era notícia antes e o é agora?
Melhor, vindo da televisão do quarto do chavalo, no jornal da uma, até ouvi dizer: "para se desenrascar".... e não tinha sido o puto a dizer, que eu perguntei a quem pertencia a frase! Foi mesmo a senhora que apresentava a peça não se mostrando nada enrrascada mas que, provavelmente, pertencerá à tal geração que certo senhor denominou de rasca. Ponto de referência, acho que o canal era a SIC.
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era uma vez...

...um Expresso.
Giríssimo, o trabalho começado on line por um tal Hugo Franco que, a partir de dada altura, e por nítido irrealismo e incapacidade de o contornar, desatou a pedir ajuda aos leitores.
Nem imagino se esta coisa, a que o autor chamou pomposamente de "reportagem", vai passar alguma vez ao papel ou se vai manter um entretém de nabos cibernéticos, como eu.
Uma coisa é certa, como outros media, estou em crer, o Expresso está a fazer uso de mão-de-obra gratuita, demonstrando nitidamente falta de ideias e de capacidade por parte dos jornalistas de levantarem o seu fundo das costas da cadeira, fazendo-se à vidinha.
E, pelos vistos, a coisa está a pegar lá pela redacção, porque até o Luiz de Carvalho, para mim bom fotógrafo, mas péssimo a raciocinar e a redigir, já anda a ponderar a solicitação de colaborações para a sua cloaca virtual.
Já desisti mas, s'isto pega, os freelances vão estar lixados com F grande.
Giríssimo, o trabalho começado on line por um tal Hugo Franco que, a partir de dada altura, e por nítido irrealismo e incapacidade de o contornar, desatou a pedir ajuda aos leitores.
Nem imagino se esta coisa, a que o autor chamou pomposamente de "reportagem", vai passar alguma vez ao papel ou se vai manter um entretém de nabos cibernéticos, como eu.
Uma coisa é certa, como outros media, estou em crer, o Expresso está a fazer uso de mão-de-obra gratuita, demonstrando nitidamente falta de ideias e de capacidade por parte dos jornalistas de levantarem o seu fundo das costas da cadeira, fazendo-se à vidinha.
E, pelos vistos, a coisa está a pegar lá pela redacção, porque até o Luiz de Carvalho, para mim bom fotógrafo, mas péssimo a raciocinar e a redigir, já anda a ponderar a solicitação de colaborações para a sua cloaca virtual.
Já desisti mas, s'isto pega, os freelances vão estar lixados com F grande.
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sábado, 22 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
ainda me estou a rir

...mas aquilo é um caso muito sério.
(Não tentem perceber. Ainda "linquei" mas, concordo, era publicitar o deprimente!)
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