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quarta-feira, 27 de julho de 2011

ainda não sei bem o que acho...




...sobre a questão da editoria fotográfica do jornal i.

penso que prefiro esperar pela edição dos próximos capítulos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

uma visão de (ou do) futuro

Impressão minha ou: se Salgueiro Maia pudesse prever o futuro, nunca teria saído de Santarém?!

segunda-feira, 30 de março de 2009

calmamente



...a aguardar.

sábado, 31 de janeiro de 2009

por favor


...alguém me confirme que esta coisa do Freeport não passa duma chafurdice, despoletada por uma jornalista sensacionalista de um jornal "a la rasque".
Confirmam?!...
Por favor!

na realidade


....estava eu preocupada sobre se o que tinha feito na última reunião do condomínio era legal. Foi quando comecei a ler, a ver, a espreitar e... raizpartam as minhas inocentes preocupações.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

hmmmm

...ok...

(e nem me atrevo a achar nada)

sábado, 17 de janeiro de 2009

e-milios

"A crise está em crise


Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.


De acordo com os especialistas – e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível – Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado. O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil.

O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise.

Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica.

Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB.

O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção.

Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.

A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério.

Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço.
2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.


É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses.
A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado.
Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades."

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

lol


...e alguém que diga que não somos uns gajos com piada!


A resposta aqui, à entrada dos FERVE, aqui.

a ovelha xoné

escreveu aqui:

"
Imaginem


Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.

Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.

Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.

Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.

Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos
"

sábado, 21 de junho de 2008

também não sei


... onde fica o ponto de interesse.

não sei se vem com a idade


... mas por vezes ocorre-me pensar sobre a relatividade (de tudo, sim)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

quando um PR


desenterra o "dia da raça"....

sábado, 12 de abril de 2008

sim, sim! amanhã vou carregar o passe


e na segunda, começar a reinar!

com chuva ou sem ela


para a semana é que vai ser foi!



e lá se foi também o maço de cigarros! porra, ando a fumar que nem uma mula, embora nunca tenha visto nenhuma a fazê-lo!

quarta-feira, 19 de março de 2008

enquadramento a cores



ou a p/b?
:P

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

p&b versus cor

"As fotografias dela a p/b têm um cuidado que não têm as de côr!... "







pois.......!!!!!






Arroz "asnático"!