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quarta-feira, 8 de abril de 2009

não diria giro



...mas, mais uma vez, "porreiro, pah!" . Ou, vicentinamente, estamos todos de cu pró ar.


Vou experimentar iniciar uma dívida ao fisco.

hoje estou mais de ver

...gentilmente gamado daqui, obviamente.





Interessante saber que, pelo menos um departamento do Estado, está a pagar por cada trabalhador, a uma ETT, cerca de €1.100,00. Cada cabeça recebe aproximadamente €570,00.

"Porreiro, pah!"

E não vou dissertar sobre esta porra. A cada cabeça a sua opinião.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

era uma vez...



...um Expresso.

Giríssimo, o trabalho começado on line por um tal Hugo Franco que, a partir de dada altura, e por nítido irrealismo e incapacidade de o contornar, desatou a pedir ajuda aos leitores.

Nem imagino se esta coisa, a que o autor chamou pomposamente de "reportagem", vai passar alguma vez ao papel ou se vai manter um entretém de nabos cibernéticos, como eu.

Uma coisa é certa, como outros media, estou em crer, o Expresso está a fazer uso de mão-de-obra gratuita, demonstrando nitidamente falta de ideias e de capacidade por parte dos jornalistas de levantarem o seu fundo das costas da cadeira, fazendo-se à vidinha.

E, pelos vistos, a coisa está a pegar lá pela redacção, porque até o Luiz de Carvalho, para mim bom fotógrafo, mas péssimo a raciocinar e a redigir, já anda a ponderar a solicitação de colaborações para a sua cloaca virtual.

Já desisti mas, s'isto pega, os freelances vão estar lixados com F grande.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

quantos são?!

Há um ruído surdo, subterrâneo que me faz pressagiar o rebentamento de várias bolhas sociais em absoluto descontentamento. E não vai ser com a linha típica do escuteiro que as vamos sarar.
Pior, não encontro, em boa verdade, gente de coluna firme, para criar verdadeiras alternativas.

É sempre bom sentir que estamos numa maioria absoluta com dois tipos de oposição: uma que definhou e até tem todos os telhados de vidro; outra que se mantém utopicamente agarrada a ideais que já tiveram razão de existir, não são aplicáveis à actualidade social e económica e, convenhamos, mesmo que o fossem, não seriam exequíveis. Até o sangue novo parece estar inquinado.

Revolução, solicita-se. Desta vez com ramos de alcachofras envoltos em urtigas, para provocarem umas gotas de sangue e verdadeira comichão na populaça, para que saibamos pelo que lutamos e mantenhamos a recordação das equimoses adquiridas. É que isto com a análise do discurso de cada um já lá não vai.

Pressagio. Mas quero estar enganada.
Entre 2009, já tivemos preparação em 2008.

domingo, 17 de agosto de 2008

ele há coisas


que não voltam mesmo. (só porque aquele candeeiro já não existe!)

segunda-feira, 16 de junho de 2008

o Portugal democrático


... isto dava pano para mangas e vestido rodado.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

...


É do que andamos a precisar. Estaremos no início dela?

quando um PR


desenterra o "dia da raça"....

domingo, 18 de maio de 2008

hoje, senti o peso da censura


e, como diz a Ana, é um cócó.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

alguém me bateu à porta: publicidade




Na Rua António Maria
da primaz instituição
vive a maior confraria
desta válida nação


E muita matula brava
ainda teimava
que havia de vir
um dia assim de repente
para toda a gente
voltar a sorrir


Mas eles Conceição vão
lamber as botas
comer à mão
dum novo Pina Manique
com outra lábia
com outro tique


Tem quatro letras pequenas
Mas outro nome não dão
Nesta fortaleza antiga
Só não muda a guarniç:ão


E muita matula ufana
cuidando que a mana
morrera de vez
deu graças
à D. Urraca
ao som da ressaca
que o pagode fez


Mas eles Conceição vão
lamber as botas
comer à mão
dum novo Pina Manique
com outra lábia
com outro tique
Na Rua António Maria
convenha a todos saber
a patriótica espia
sabe bem onde morder
vela p´la nossa morada
no vão de uma escada


Sem se anunciar
e oferece a quem bem destina
um quarto de esquina
com vistas pró mar


Mas eles Conceição vão
lamber as botas
comer à mão
dum novo Pina Manique
com outra lábia
com outro tique


Aldeia da roupa branca
suja de já não corar
O Zé Povo foi pra França
não se cansa de esperar


O capataz da fazenda
pôs a quinta à venda
para quem mais der
e os donos marcaram tentos
com novos intentos
doa a quem doer


Mas eles Conceição vão
lamber as botas
comer à mão
dum novo Pina Manique
com outra lábia
com outro tique



"Na Rua António Maria"
José Afonso

hoje acordei


e nada tinha mudado.


Alguns, poucos, continuam a lembrar-se do que foi. Cada vez mais velhos.

Não adianta que a TV passe os "Capitães de Abril", porque cada vez mais o que interessa é um feriado no calendário.

Não é revivalismo de algo que eu mal vivi. É sentir a necessidade de mudança, é percepcionar que 25 de Abril de 1974 não se cumpriu.



"Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir"


Sérgio Godinho - "Liberdade"

segunda-feira, 10 de março de 2008

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

e calamo-nos mesmo!

cale-se

domingo, 27 de janeiro de 2008

valha-me a senhora da agrela!


"Aconselho-o a ligar para o sector técnico, porque pode precisar de outros "diapositivos" para conseguir instalar uma rede wireless."

"Qual o seu nome, para eu poder "registrar" a sua chamada?"

"Pode acrescentar "quaisqueres" elementos que queira."



Ai, vidinha de cão, vidinha de cão.... só me apetece é ganir!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

a prisão, como a liberdade


...estão na nossa cabeça.

de agulheta em punho


Para ter a certeza de limpar todos os interstícios.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

que merda é esta?


...perguntaram-me. Ri-me na altura.
Continuo a rir-me agora.

sábado, 19 de janeiro de 2008

concordo, jonhy!


"Se não fotografares ficas cinza".

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

"capitães da areia"


Queria ser Nhozinho França.